A repercussão na imprensa italiana após a vexatória não ida à Copa

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A repercussão na imprensa italiana após a vexatória não ida à Copa

Vai ser difícil digerir. Vai ser difícil ligar a TV em junho de 2018 e não ver a seleção italiana. O
torcedor tetracampeão não se conforma com a vexatória queda diante da Suécia, na última
segunda-feira, quando empatou em 0 a 0, dentro do Giuseppe Meazza, e não alcançou o
suficiente para garantir uma vaga na Copa do Mundo via repescagem. E a imprensa local está
indignada.

Nos jornais italianos, há fúria. Há decepção. Há até pedido de renovação no alto escalão da
Federação Italiana de Futebol (FIGC). O principal diário de esportes, “Gazzetta dello Sport”, disse
que “este é o próprio apocalipse”, em alusão à frase do técnico Giampiero Ventura sobre uma
ausência do Mundial.

Ventura, aliás, tem a sua cabeça encomendada por um dos jornais menores, que cita também a
necessidade de saída de Carlo Tavecchio, presidente da FIGC, que foi quem contratou o
inestimado Giampiero. Os cascudos Massimliano Allegri (Juventus), Carlo Ancelotti
(desempregado), Antonio Conte (Chelsea) e Roberto Mancini (Zenit-RUS) são tidos como
possíveis substitutos de Ventura – que, cabe destacar, não jogou a toalha e disse que não se
demite.

Outro veículo popular, o “Corriere dello Sport” pergunta aos leitores de quem é a culpa pela queda.
Gianluigi Buffon, como era de se esperar por conta da idolatria e da decisão de aposentadoria da
Azzurra, estampa a maioria das capas. O goleiro de 39 anos é isentado de culpa.